Além do bem e do mal: livros politicamente corretos para as crianças? Eles viraram mania em livrarias e escolas, mas podem privar a criança da fantasia e impedir um contato maior com suas emoções. Por Cristiane Rogerio e Marina Vidigal

Emocionar-se, cair na risada, ter muito, muito medo, pensar a respeito de uma atitude do personagem diante da dificuldade, colocar-se no lugar do mocinho e – por que não? – entender como o vilão agiu daquela maneira na história. Identificar-se. Tem coisa mais gostosa do que assistir à mágica do que é um bom livro tomando conta da emoção de seu filho? Pois há certas armadilhas espalhadas pelas livrarias – e, mais grave ainda, pelas salas de aula de uma porção de escolas. Em nome de trazer certos ensinamentos, há uma significativa oferta de livros feitos para crianças que mais parecem ter sido escritos por encomenda do que por prazer de algum escritor ou ilustrador. Secos, previsíveis, com respostas prontas, interpretações únicas e superficiais, estes livros apenas “ensinam” sem deixar espaço para questionamentos e conflitos, muito menos para a fantasia. E traz outra consequência para a criança: pouco interessantes, tendem a afastar o gosto pela leitura. Certamente você já deu de cara com algum livro assim (e, apostamos, pensou: “Ai, mas que livro mais chato!”). Pois estes são o que podemos chamar de “livros politicamente corretos”.

De boa intenção…

Pode não estar claro na capa nem na sinopse, mas a intenção deste tipo de livro é como alterar as cantigas de roda (aquela história do cravo não mais brigar com a rosa e de nunca mais atirar o pau no gato, sabe?): evitar o sofrimento e o contato da criança com qualquer coisa, digamos, negativa. Sob o pretexto de proteger e resguardar as crianças, estão fora do texto medos, dores, violência e sentimentos sombrios. O problema não é passar valores (as fábulas com suas “verdades” a transmistir permitem, sim, questionamentos), mas ocultar aspectos mais ásperos dos personagens e das narrativas. É o Lobo Mau que fica fora do caminho da Chapeuzinho Vermelho, o Saci sem cachimbo e uma madrasta que só falta dar a mão para Cinderela e sair com ela para passear no bosque.

Ilustrações Daniel Lourenço O escritor Ilan Brenman está nesse assunto há muito tempo. Acostumado a frequentar escolas, ele já chegou a ser proibido de contar uma determinada história. O porquê está na ponta da língua: prega-se que, afastando as crianças de referências negativas e inserindo-as numa cultura pacífica, elas ficariam também tranquilas e controláveis. Mas não é bem isso o que acontece. “Ninguém fica bonzinho lendo um livro bonzinho. Pelo contrário. O protecionismo exagerado pode ser uma ameaça. As crianças gostam de encontrar aventuras, perigos, expectativas, personagens conflituosos que sentem euforia, raiva, alívio, medo, alegria, inveja e outros sentimentos inerentes ao ser humano, coisas que se comunicam com o universo interior delas”, diz, Brenman, autor da tese de doutorado A Condenação de Emília: Uma Reflexão sobre a Produção de Livros Politicamente Corretos Destinados às Crianças. Por meio das situações de conflito de uma história, a criança se projeta em personagens bons ou cruéis e vivencia um caminho seguro para ela elaborar a violência que de fato existe dentro dela (e em todos nós!). “Tirar da criança essa válvula de escape que é a boa literatura, pode torná-la mais nervosa, mais confusa, mais agressiva e distante do entendimento de seus próprios sentimentos”, afirma.

É uma questão de medida, claro. Ilan faz até uma comparação estranha, mas que vale a pena saber. Para ele, este tipo de literatura é como o fast-food. Se a função da boa literatura é instalar na criança perguntas para ela pensar, a politicamente correta a afasta disso, uma vez que a ideia é antecipar e evitar qualquer desconforto. “Assim como o fast-food em uma dieta completa, esses livros não vão destruir o organismo da criança se forem consumidos uma vez ou outra. No entanto, se forem o único alimento literário delas, a criança terá as veias da imaginação entupidas. Pensará que a vida é só aquilo e ficará desnutrida em suas emoções e sentimentos.”

As crianças precisam – e merecem – mais

Que tipo de sociedade será a que não for habituada a desenvolver seus sentimentos? O escritor e crítico literário Celso Sisto prevê um futuro sombrio para nós, caso não atentarmos para o que as crianças estão lendo. “Distanciar as crianças de problemas e arquétipos tão humanos e tão reais pode gerar seres intolerantes, arrogantes, incapazes de lidar com as diferenças e com o outro. Despreparados para reconhecer a diversidade, tomam-se como modelos únicos e tudo o que destoa disso pode ameaçá-los e precisa ser eliminado”, diz o especialista. Diga a verdade: isso dá mais medo que Lobo Mau, piratas ou a bruxa mais malvada dos contos de fadas.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI75893-10536,00.html

O rei está nu! – Fábulas e contos infantis têm muito a ensinar sobre os costumes e valores das sociedades medievais e modernas. Por Fernando Seffner e Ramiro Bicca Jr.

O que a história do gato de botas, famoso personagem dos contos infantis, revela sobre a Europa de fins da Idade Média? A narrativa gira em torno das aventuras do gato que um pobre moleiro deixa de herança para seu filho caçula. Seguindo suas pegadas, acompanhamos as artimanhas para ajudar seu novo dono, descobrimos ofícios realizados por camponeses e espiamos um pouco da vida dos nobres, “ocupados” com banquetes, cavalgadas e caçadas.

Como se vê, não faltam nesse conto infantil referências a elementos das sociedades medievais. Nos últimos anos, as relações entre História e Literatura, exploradas em inúmeros estudos e seminários acadêmicos, vêm oferecendo novas possibilidades de trabalho nas salas de aula. Mais do que pura diversão, fábulas, histórias em quadrinhos e outros textos feitos especialmente para as crianças levam os alunos a conhecer épocas e lugares bem diferentes.

Ao trabalhar com a literatura infantil, os professores se vinculam ao movimento de renovação historiográfica iniciado pela escola francesa dos Anais a partir de 1930. Desde então, as fontes históricas não ficaram mais restritas aos documentos escritos tradicionais, como leis, decretos e relatórios. Pouco a pouco, os pesquisadores foram incorporando registros diversos a seus trabalhos, como pinturas, músicas, diários pessoais, fotografias e romances. Essas fontes deixaram de ser vistas como meras “testemunhas do passado” ou provas do que realmente aconteceu. A preocupação maior passa a ser a de discutir o contexto em que elas foram produzidas.

Tanto a História como a Literatura são formas narrativas de se conhecer o mundo. Por isso, quanto mais cedo essas disciplinas forem apresentadas às crianças, maior será sua intimidade com elementos como enredo, contexto, personagens, ação e trama, facilitando assim a compreensão dos dramas sociais vividos e da nossa capacidade de interferir neles. Esses recursos também desenvolvem habilidades para a leitura, a escrita e a visão histórica das sociedades.

Claro que há uma diferença fundamental entre essas duas áreas: enquanto historiadores se baseiam na noção de veracidade, escritores e literatos mantêm-se no terreno da ficção. Mas não será produtivo encarar as coisas de forma tão rígida, opondo verdade e mentira, acontecido e não acontecido. No momento em que se considera a ficção como algo “que não é verdade”, ela se torna um obstáculo para a compreensão da realidade. Ao contrário, é preciso saber observar o quanto de verdade existe na ficção. Em muitos casos, o que aparenta ser simples recurso literário pode representar um costume da época ou um símbolo essencial para a compreensão de algum acontecimento. O importante é localizar, no texto de ficção, situações e características que incitem discussões sobre o período abordado ou o contexto em que a obra foi escrita.

As fábulas medievais permitem ao aluno se familiarizar com conceitos como cidade, campos, camponeses, castelo, rei, comércio, igreja, impostos, cavaleiros, guerra, guerreiros, povos, ministros, dinastias, casamento, sucessão, etc., que terão utilidade mais adiante, quando ele se defrontar com a disciplina de História.

Por exemplo: tanto em O gato de botas, escrito pelo francês Charles Perrault (1628-1703), quanto em fábulas como “A guardadora de gansos”, recolhida pelos Irmãos Grimm na Alemanha do início do século XIX, e “As roupas novas do Imperador”, do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875), os pobres são sempre retratados exercendo algum ofício. Já os mais ricos não têm uma profissão definida, dedicando-se apenas a passeios, festas e caçadas. Ao destacar esses pontos em comum entre os três contos, pode-se discutir a idéia de que, na Idade Média, “os nobres guerreiam, o clero reza e o povo trabalha”.

A figura do ladrão, ou do personagem que engana os outros para subir na vida, é também muito comum nas fábulas medievais. Ele está na contramão de histórias como “A Cigarra e a Formiga”, de La Fontaine (1621-1695), que, embora escrita no século XVII, teria grande disseminação após a Revolução Industrial, pela apologia que faz do trabalho.

Costumes do cotidiano aparecem em todas as narrativas. O que as pessoas comem? Que animais domésticos as rodeiam? Que objetos têm em casa? Que meios de transporte utilizam? Como é o local de moradia? Onde se passam as ações principais e as ações secundárias (no campo, à beira de um rio, no castelo)?

Um elemento sempre presente nas histórias infantis, e de fundamental importância para a compreensão da vida cotidiana, é a estrutura familiar, a rede de relações consangüíneas na qual cada indivíduo está envolvido. A abordagem da rede familiar envolve, por exemplo, o estudo da figura da madrasta, muito freqüente nos contos infantis. Há, porém, outros graus de parentesco interessantes, em geral acompanhados de características específicas: o primeiro filho, a filha mais velha, a filha mais nova, a função da tia, as funções das mulheres e dos homens, o papel das aias e dos agregados e outras figuras. Ao tratar da estrutura das famílias reais, é interessante se deter no estudo dos casamentos. O rei está sempre preocupado em casar filhos e filhas e garantir descendentes. Isso pode ser aproveitado para o estudo da sucessão dinástica e seus efeitos na História. Inclusive a História do Brasil, como no episódio da União Ibérica (1580-1640). A morte do jovem rei Sebastião de Portugal abriu uma crise sucessória, pois ele não tinha descendentes. O rei espanhol Filipe II reivindicou o trono por ser neto do falecido rei Manuel I, e com isso uniu sob o seu poder os reinos de Portugal e Espanha.

Os contos de Andersen e dos Irmãos Grimm referem-se a numerosos problemas políticos derivados de casamentos, ou da falta deles, preocupação com os nascimentos e as heranças, intrigas da corte e questões de valores e preconceitos, como em “A roupa nova do imperador” e “O patinho feio”.

Romances, contos e fábulas – como toda obra de arte – estão repletos de idéias subjetivas, emoções e interpretações dos fatos. Nem por isso devem ser desqualificados por seus supostos “erros históricos”. Mesmo que não sejam documentos históricos tradicionais, ajudam a identificar e compreender elementos culturais, econômicos, sociais e ideológicos de uma época.

Por meio da contação de histórias, do uso de gravuras e da leitura de pequenos textos, o aluno desenvolve o raciocínio e a descrição mais elaborada de cenários históricos. Mais do que simples obras de arte, as peripécias do gato de botas, da guardadora de gansos, da cigarra e da formiga têm muito a contar sobre a Europa moderna e medieval. E até mesmo sobre os dias de hoje.

Fernando Seffner é professor orientador de Estágios Docentes em História na Faculdade de Educação da UFRGS e Ramiro Bicca Jr. é professor de História e Literatura no Centro Universitário Metodista/IPA-RS

Um roteiro de trabalho

O projeto “Hora do Conto/Hora da História” é uma proposta de atividades a partir da relação entre História e Literatura, trabalhando com livros infantis e infanto-juvenis. As obras literárias são abordadas, em geral, a partir de um roteiro que organiza as atividades em cinco grandes eixos, permitindo estabelecer relações entre o ficcional e o histórico:

1) Descrever e analisar situações presentes na narrativa literária escolhida pelo professor que contenham elementos que possam ser relacionados e comparados com acontecimentos reais (revoluções, guerras, conflitos, tratados, casamentos, etc.);

2) Caracterizar os personagens ficcionais presentes na obra, suas trajetórias, profissões ou ocupações, buscando, através da pesquisa, elementos de aproximação com personagens históricos (reis, revolucionários, camponeses, artistas, cientistas, etc.);

3) Identificar e analisar os espaços ficcionais construídos pela narrativa – em geral representados pelo ambiente do castelo, o ambiente da aldeia, o ambiente da floresta, etc. – e procurar relacioná-los com a realidade histórica;

4) Perceber a crítica ideológica embutida na estrutura da história (a moral, os valores da época em que se passa a narrativa), por meio da análise das falas do narrador e dos personagens, buscando relacioná-la com os valores da sociedade moderna;

5) No fim, aprofundar, via debate, uma análise mais ampla da obra escolhida, enriquecida com elementos históricos e literários, tomando o cuidado de não frisar supostos “erros históricos” – ou seja, respeitando o aspecto criativo da obra literária que serve, nessa abordagem, como uma ferramenta para melhor compreensão e/ou interpretação do contexto histórico em diversos aspectos, e não como descrição científica.

Saiba Mais:

ANDERSEN, Hans Christian. Contos de Andersen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

Centro de Pesquisas Literárias PUCRS. Guia de Leitura para alunos de 1º e 2º Graus. São Paulo: Cortez, 1989.

CHAVES, Flávio Loureiro. História e Literatura. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS, 1988.

KHÉDE, Sonia Salomão. Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo: Ática, 1986.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/o-rei-esta-nu

“Pequenos politizados”, de Aline Salgado

Quem diria que por trás das falas de um reizinho mimado e mandão que criava leis absurdas, ou ainda de um governante autoritário que se transforma em dinossauro após perder os limites do seu poder estariam ideias sobre liberdade de expressão, democracia e força da participação popular. É isso que mostra a análise da pesquisadora Juliana Camargo, em seu mestrado na USP.

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Ao estudar a tetralogia dos reis, obras da brasileira Ruth Rocha – O Reizinho Mandão (1978), O Rei Que Não Sabia de Nada (1980), O Que os Olhos Não Veem (1981) e Sapo Vira Rei Vira Sapo (ou a Volta do Reizinho Mandão) (1982) – e o livro do escritor português José Cardoso Pires, Dinossauro Excelentíssimo (1972), Juliana Camargo encontrou uma literatura infanto-juvenil de resistência. Nos diálogos e enredo que cobrem as coloridas páginas das obras, há claras alusões à situação político-social vivida pelos dois países em seus respectivos passados de ditaduras militares – no Brasil, de 1964 a 1985, e em Portugal, de 1932 a 1974.

“Os censores achavam que por serem lúdicos, os livros infantis faziam parte de uma literatura ‘menor’. Logo, não davam tanta importância, o que fazia com que as obras passassem ao largo da censura. Por isso que, ainda em 1978, Ruth Rocha conseguiu publicar a primeira obra da série dos reizinhos e, indiretamente, demonstrar que estava no grupo dos que lutavam pelo fim do autoritarismo vigente no país”, avalia Juliana, que aponta ainda para a obra de Ana Maria Machado, Era uma vez um tirano (1982), como outro exemplo de obra infanto-juvenil de contestação política.

Professora especializada em Literatura Infantil e Juvenil da Faculdade de Letras da UFF, Nilma Lacerda, lembra que a ‘desatenção’ dos censores do Regime Militar era também expressão da baixa qualidade da formação escolar desses profissionais. “Eles não primavam muito pela inteligência. Não eram leitores experientes, capazes de fazer associações. Como os livros eram para crianças e bordejavam o conto de fadas, o alegórico, eles não conseguiam alcançar o que estava nas entrelinhas. E, por isso, as obras infantis conseguiam ser mais livres e passar valores que a ditadura não queria que fossem revelados, como a resistência, a solidariedade e a consciência sobre a tirania”, explica Nilma.

Assim como no Brasil, em Portugal os censores do regime de Antônio Salazar [ditador de Portugal] também não conseguiram alcançar as verdadeiras intenções de José Cardoso Pires e o seu Dinossauro Excelentíssimo. “Na obra fica claro que o autor fez uma biografia satírica de Salazar mostrando o abuso do poder. Só quem percebe a malícia do autor são os adultos, que têm um olhar mais preparado. Para as crianças, o objetivo se alcança ao promover a reflexão sobre a sua própria realidade, formando leitores mais críticos e conscientes”, aponta Juliana Camargo.

Para quem viveu no exílio três anos por causa da Ditadura Militar, sem deixar de escrever para crianças, Ana Maria Machado acredita que o tempo de censura ensinou aos escritores brasileiros “a escrever com mais espessura e, ao público, a ler com inteligência e cumplicidade’. “A literatura infantil corria em trilhos mais discretos. Era coisa de mulher e criança, não era algo que os generais lessem e ouvissem em toda parte como a música popular. Então, era possível passar desapercebido se a Ruth Rocha escrevesse sobre um reizinho mandão (…) Por paradoxal que possa parecer, a censura nos obrigou a sermos sutis e densos, mas não nos impediu de criar e nem se exerceu sobre nós”, disse a escritora em Palestra no I Congresso Internacional de Literatura Infantil e Juvenil, em Lima, Peru.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/pequenos-politizados

Marô Barbieri coordenará workshop no FestiPoa

No dia 10 de maio, inicia-se a 6ª edição do FestiPoa Literária evento que conta com diferentes amostragens sobre literatura e a participação de escritores e artistas.

A escritora Marô Barbieri, irá ministrar uma das aulas do curso de formação de mediadores de leitura que ocorre na Casa de Cultura Mario Quintana. O workshop inicia-se dia 10, das 14h às 17 e o módulo ministrado por Marô será na aula do dia 14, denominado “Leitura é brincadeira”. Além dela, estarão fazendo parte do workshop: Caio Riter, Christina Dias, Christian David, Dilan Camargo.

Para inscrições gratuitas e informações: cursoseoficinas.festipoa@gmail.com

Programação completa das Oficinas do FestiPOA Literária:

Curso de formação de mediadores de leitura.
Ministrantes: Caio Riter, Christina Dias, Christian David, Dilan Camargo e Marô Barbieri.
Dias, 10, 13, 14, 15 e 16 de maio, de 14h às 17h.
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Cronograma
Dia 10 – “A narrativa na Literatura infanto-juvenil”, com Caio Riter.
Dia 13- “Poesia no dia a dia”, com Dilan Camargo
Dia 14- “Leitura é brincadeira”, com Marô Barbieri
Dia 15 – “A aventura da imagem”, com Christina Dias
Dia 16- “A nova literatura fantástica”, com Christian David

CursOficina “Na casa dos 30”. Leituras e análises de livros de 4 poetas contemporâneos brasileiros.
Ministrante: Guto Leite. Participação dos poetas lidos.
Dias 20, 21, 22, 23 e 24 de maio, das 18h30 às 21h30
30 vagas
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Oficina “Vinicius de Moraes, um profeta da paixão”
Dias 12, 13 e 14 de maio, das 16h às 19h.
Ministrante: José Castello.
30 vagas
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Oficina “Desenhando com Letras”
Ministrante: Leandro Dóro. Módulo 1 para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, no dia 15/maio, das 16 às 18h.
Módulo 2 para adultos, no dia 16/maio, das 16 às 18h.
Sem limite de vagas
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Oficina de récita de poesia “A palavra em cena”
Ministrante: Luna Vitrolira.
Dias 13 e 14 de maio, de 14 às 17h.
10 vagas
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Workshop “Escrita de resenha”
Ministrante: Carlos André Moreira. 
Dias 14, 15 de maio, de 18h30 às 20h30
15 vagas. Há pré-requisitos
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Workshop “Jornalismo cultural”
Ministrante: Ronaldo Bressane
Dias 16 e 17 de maio, de 18h30 às 21h30
15 vagas. Há pré-requisitos
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Oficina de ilustração “Se essa capa fosse minha”
Ministrante: Gi Vatroi
Dias 11 e 12/05, de 14h às 17h
10 vagas
Local: Casa de Cultura Mario Quintana

Marô Barbieri partipará como palestrante do Almoço Clio

No próximo dia 08 de maio, quarta-feira, a escritora Marô Barbieri irá participar do Almoço Clio realizado pelo Instituto de Arte e Humanismo, StudioClio.

Personagem emblemática dos contos de fada, Cinderela – a menina das cinzas – fascina pessoas de todas as idades. Diversas versões desta narrativa correm o mundo, destacando um imaginário pleno de simbologia e encantamento. É a história dessa personagem marcante que Marô Barbieri vai apresentar no Almoço Clio, em textos de diversos autores e épocas.

Cardápio

Entrada
Moranga com curry vermelho e charque

Prato principal
Risoto de camembert e brócolis com garrapiñada de especiarias

Sobremesa
Bavaroise de pêssego e capim cidreira

Informações deste Evento
Docente(s): Marô Barbieri, Liliana Andriola, Leonardo Magni
Quando: Dia 08 de maio, quarta-feira, das 12h20 às 13h40
Vagas disponíveis: 70
Duração: 1h20
Valor(es): R$70,00 (almoço e palestra) /R$30,00 (palestra)

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site: http://www.studioclio.com.br/atividades/almoco-clio/evento/25676/cinderela